
Papelão de qualidade alimentarA embalagem continua sendo vital para a indústria, representando cerca de 31% das embalagens de alimentos em todo o mundo. Os fabricantes selecionam opções especializadas como...Papel cartão cor marfim próprio para contato com alimentos or Papelão branco de qualidade alimentarPara evitar contaminação. Placas não próprias para contato com alimentos podem conter:
- Óleo mineral
- Bisfenóis
- Ftalatos
- PFASs
Processo de fabricação de papelão para alimentos

Obtenção de matérias-primas limpas
Os fabricantes começam por selecionar matérias-primas que atendam a rigorosos padrões de segurança e qualidade. Utilizam celulose virgem proveniente de recursos renováveis, geralmente de florestas controladas e rastreáveis. Essa abordagem garante que nenhum produto químico desconhecido entre no processo de produção. Somente produtos químicos aprovados para contato com alimentos são permitidos, e os fornecedores devem seguir normas de higiene para evitar contaminação. As fábricas operam sob as Boas Práticas de Fabricação (BPF) e mantêm certificações como ISO 22000 e FSSC 22000. Testes regulares em laboratórios acreditados verificam a pureza química e microbiológica. Essas etapas garantem que as matérias-primas utilizadas no papelão para contato com alimentos sejam seguras para contato direto com alimentos.
Dica:A escolha de matérias-primas rastreáveis e de alta qualidade é fundamental para embalagens de alimentos seguras.
Polpação e preparação de fibras
O próximo passo envolve a conversão da madeira em polpa.polpação químicaMétodos como o processo kraft dissolvem a lignina e separam as fibras. Esse método produz fibras fortes e puras, essenciais para papelão de qualidade alimentar. Fibras virgens são preferidas por serem mais longas, resistentes e limpas do que fibras recicladas. Fibras recicladas podem conter resíduos como tintas ou adesivos, que podem representar riscos à saúde caso migrem para os alimentos. Ao utilizar polpação química e fibras virgens, os fabricantes garantem o mais alto nível de pureza e resistência para aplicações em embalagens de alimentos.
| Método de Polpação | Descrição | Impacto na pureza e qualidade da fibra |
|---|---|---|
| Polpação química | Utiliza produtos químicos para dissolver a lignina. | Fibras de alta pureza e resistência, ideais para embalagens de alimentos. |
| Polpação Mecânica | Separa fisicamente as fibras | Pureza inferior, fibras mais fracas, impróprio para uso alimentar. |
| Polpação semiquímica | Tratamento químico e mecânico suave | Pureza e resistência intermediárias |
Limpeza e Refino de Fibras
Após a polpação, as fibras passam por um processo de limpeza e refino para a remoção de contaminantes. Materiais pesados, como pedras e fragmentos metálicos, são separados utilizando limpadores de alta densidade. Partículas finas, como areia, são removidas com hidrociclones, enquanto contaminantes leves, como plásticos e adesivos, são filtrados por meio de limpadores reversos e tecnologias de peneiramento. Essas etapas de limpeza utilizam a força centrífuga e a diferença de densidade para garantir que apenas fibras limpas permaneçam. Esse processo é vital para a produção de papelão para contato com alimentos que atenda aos requisitos de higiene e segurança.
Formação da folha de papelão
Após a limpeza das fibras, os fabricantes moldam a folha de papelão utilizando máquinas especializadas. Técnicas de multicamadas, como a adição de caixas de entrada secundárias ou o uso de máquinas de dupla tela, permitem a sobreposição de diferentes misturas de fibras para otimizar a resistência e as propriedades da superfície. Máquinas de moldagem cilíndrica criam placas mais espessas e rígidas, ideais para embalagens de produtos como caixas de cereais. Tecidos de moldagem polarizados melhoram a drenagem e a limpeza, reduzindo quebras e aumentando a capacidade de produção. Esses processos avançados ajudam a criar papelão próprio para contato com alimentos, com as propriedades de barreira necessárias para proteger os alimentos da umidade, do oxigênio e da luz.
- A sobreposição de múltiplas camadas otimiza a resistência e a qualidade da superfície.
- Máquinas especializadas garantem espessura e rigidez uniformes.
- Tecidos de moldagem avançados melhoram a limpeza e a eficiência da produção.
Aplicação de revestimentos e tratamentos seguros para contato com alimentos
Para proteger ainda mais os alimentos, os fabricantes aplicam revestimentos próprios para contato com alimentos no papelão. Os revestimentos comuns incluem polietileno (PE), revestimentos de extrusão de biopolímeros e cera. Esses revestimentos criam barreiras contra umidade, óleos, gorduras e oxigênio. Eles também permitem a selagem a quente e evitam que os alimentos grudem na embalagem. Os revestimentos próprios para contato com alimentos atendem aos padrões da FDA e da UE, garantindo que a embalagem seja segura tanto para alimentos quentes quanto frios. Os revestimentos mais recentes priorizam a sustentabilidade, oferecendo opções compostáveis e biodegradáveis que se alinham às tendências ecológicas.
Secagem e acabamento da tábua
O processo de secagem e acabamento aumenta a segurança e a qualidade do papelão para embalagens de alimentos. A calandragem e a supercalandragem suavizam a superfície e aumentam a densidade, o que melhora a resistência e a impermeabilidade. A colagem reveste o papelão com substâncias como amido ou caseína, aumentando a resistência a óleos e gorduras. Somente papel virgem é utilizado para evitar contaminação. As normas especificam requisitos como espessura uniforme, ausência de defeitos e fatores mínimos de resistência ao estouro e ao rasgo. Essas etapas de acabamento garantem que o produto final atenda aos altos padrões exigidos para embalagens de alimentos.
- A calandragem alisa e fortalece a superfície.
- A supercalandragem aumenta a densidade e a resistência à água.
- A aplicação de cola melhora a aparência e as propriedades de barreira.
- Normas rigorosas garantem segurança e desempenho.
Controle de Qualidade e Testes
Antes de o papelão para contato com alimentos chegar ao mercado, ele passa por rigorosos controles de qualidade e testes. Estudos de migração verificam a transferência de substâncias do papelão para os alimentos. Os testes incluem a análise de aditivos, monômeros e substâncias não intencionalmente adicionadas para garantir que não migrem em níveis inseguros. Testes organolépticos confirmam que o papelão não afeta o sabor, o odor ou a aparência dos alimentos. O cumprimento de regulamentações como a FDA 21 CFR 176.170 e a UE (CE) 1935/2004 é obrigatório. Os fabricantes também realizam análises de composição e testes de desempenho físico para verificar a segurança e a funcionalidade.
- Os testes de migração e organolépticos garantem a segurança alimentar.
- É necessário cumprir as normas globais.
- Análises físicas e químicas confirmam a qualidade do produto.
Conformidade e segurança alimentar em papelão para alimentos

Atendimento aos requisitos regulamentares
Os fabricantes devem seguir regras rigorosas para garantir que o papelão para contato direto com alimentos seja seguro. Os Estados Unidos e a União Europeia têm abordagens diferentes em relação à regulamentação. A Food and Drug Administration (FDA) dos EUA concentra-se em materiais individuais e permite aditivos, a menos que sejam comprovadamente prejudiciais. A União Europeia exige aprovação prévia de aditivos e utiliza números E para rotulagem. Ambas as regiões aplicam altos padrões de segurança, mas a UE testa o produto final e não permite isenções. A Ásia, incluindo o Japão, possui menos informações públicas sobre suas regulamentações para papelão para contato com alimentos.
| Aspecto | Estados Unidos (FDA) | União Europeia (EFSA e Comissão Europeia) |
|---|---|---|
| Autoridade Reguladora | A FDA regula de acordo com a lei federal; algumas regras são específicas de cada estado. | A Comissão Europeia define as regras; os Estados-Membros podem adicionar requisitos. |
| Fiscalização | Foco nas embalagens de alimentos | Abrange tanto embalagens quanto artigos para o lar. |
| Aprovação de aditivos | Permitido, a menos que se prove o contrário. | Requer aprovação prévia; proíbe alguns aditivos permitidos nos EUA. |
| Rotulagem | É necessário o nome completo dos aditivos. | Utiliza números E para aditivos. |
Certificações e Auditorias
As certificações ajudam os fabricantes a comprovar seu compromisso com a segurança e a qualidade dos alimentos. A certificação Safe Quality Food (SQF) utiliza os princípios do HACCP e exige um sistema robusto de gestão da qualidade. A certificação da Recycled Paperboard Technical Association (RPTA) garante que o papelão atenda aos padrões para contato com alimentos. A ISO 9001:2015 foca na produção consistente e na melhoria contínua. Outras certificações, como FSC e SFI, demonstram o fornecimento responsável e a sustentabilidade. Auditorias regulares verificam se as empresas seguem esses padrões e mantêm seus processos atualizados.
| Nome da Certificação | Área de foco | Critérios para Obtenção da Certificação |
|---|---|---|
| SQF | Segurança alimentar | Plano baseado em HACCP, sistema de qualidade |
| RPTA | Papelão para contato com alimentos | Atende aos padrões de qualidade alimentar. |
| ISO 9001:2015 | Qualidade e Fabricação | Processos consistentes, melhoria |
| FSC/SFI | Sustentabilidade | Gestão florestal responsável |
Rastreabilidade e Documentação
A rastreabilidade permite que as empresas acompanhem cada etapa da cadeia de suprimentos. Isso as ajuda a encontrar rapidamente a origem de qualquer problema e a gerenciar recalls, se necessário. A rastreabilidade também auxilia na conformidade regulatória e constrói confiança com os consumidores. Os sistemas digitais melhoram o registro de dados e os tempos de resposta durante incidentes de segurança alimentar. As empresas mantêm documentação detalhada sobre materiais, processos e fornecedores para garantir transparência e segurança.
- A rastreabilidade melhora a segurança alimentar ao reduzir os riscos de contaminação.
- Permite uma gestão rápida de recalls e facilita a conformidade.
- A transparência aumenta a confiança do consumidor e ajuda a gerenciar incidentes.
Cada etapa na fabricação de papelão para contato com alimentos contribui para a segurança alimentar e a confiabilidade da embalagem. A adesão aos padrões de segurança alimentar gera confiança do consumidor eprotege a reputação da marcaOs fabricantes se beneficiam das certificações, enquanto novas tecnologias e práticas sustentáveis continuam a aprimorar a segurança, a qualidade e o impacto ambiental das embalagens de alimentos.
Perguntas frequentes
O que torna o papelão próprio para contato com alimentos?
Papelão de qualidade alimentarUtiliza fibras virgens, produtos químicos seguros para contato com alimentos e controles de higiene rigorosos. Os fabricantes testam a pureza e a conformidade com os padrões de segurança alimentar.
Papelão próprio para contato com alimentos pode ser reciclado?
Sim, a maioria.O papelão próprio para contato com alimentos é reciclável.Placas limpas e sem revestimento são facilmente recicladas. Placas revestidas podem exigir processos especiais de reciclagem.
Por que os fabricantes usam revestimentos em papelão próprio para contato com alimentos?
Os revestimentos protegem os alimentos da umidade, da gordura e do oxigênio. Eles também ajudam a placa a resistir a manchas e melhoram sua resistência para embalagens.
Data da publicação: 11 de julho de 2025
